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dc.contributor.advisorZamunér, Antonio Roberto-
dc.contributor.authorSANTOS, FELINTO BADIN MARQUES DOS-
dc.contributor.authorOLIVER, JOÃO VICTOR-
dc.date.accessioned2024-11-12T16:27:50Z-
dc.date.available2024-11-12T16:27:50Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier.urihttps://repositorio.unisagrado.edu.br/jspui/handle/handle/3382-
dc.description.abstractIntrodução: Pacientes com Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) apresentam comprometimento do controle autonômico cardíaco e capacidade funcional, o que representa risco de mortalidade cardiovascular. O exercício físico é recomendado como abordagem terapêutica na DM2, entretanto, a monitoração da intensidade do exercício se torna desafiadora. Assim, estratégias simples e de baixo custo, que visem otimizar a monitoração da intensidade do exercício são relevantes, como por exemplo, a utilização da percepção subjetiva do esforço (PSE). Entretanto, não se sabe se o exercício físico realizado de forma autocontrolada pela PSE promove os mesmos benefícios que o exercício físico realizado com intensidade controlada. Objetivo: Avaliar o efeito do exercício físico controlado e autocontrolado sobre o controle autonômico cardíaco e capacidade funcional em indivíduos com DM2. Métodos: Ensaio clínico randomizado controlado. Participaram do estudo 21 voluntários com DM2. Os voluntários foram submetidos a um programa de 36 sessões de treinamento durante 12 semanas, divididos em grupo exercício controlado (GEC, n=10), que realizou exercício com intensidade controlada pela FC (50-80% FC de reserva) e grupo autocontrolado (GAC, n=11), que realizou exercício com intensidade entre 4-6 na escala Borg-CR10. O controle autonômico cardíaco foi avaliado por meio da análise espectral da variabilidade da frequência cardíaca (VFC). A capacidade funcional foi avaliada por meio do teste de caminhada de 6 minutos (TC6). Análise estatística: ANOVA mista com pós hoc de Bonferroni. α=5%. Resultados: Ambos os grupos apresentaram aumento da distância percorrida no TC6. Porém, somente o GEC apresentou redução significativa do índice BF/AF, o qual reflete aumento da modulação cardíaca parassimpática. Conclusão: Os exercícios controlados pela FC e autocontrolado pela PSE foram efetivos em melhorar a capacidade funcional. Entretanto, o exercício autocontrolado não foi efetivo em melhorar o controle autonômico cardíaco, um importante indicador prognóstico de mortalidade.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherCentro Universitário Sagrado Coração - UNISAGRADOpt_BR
dc.subjectDiabetes Mellituspt_BR
dc.subjectExercício físicopt_BR
dc.subjectControle autonômicopt_BR
dc.subjectFrequência cardíacapt_BR
dc.subjectCapacidade funcionalpt_BR
dc.titleEFEITO DO EXERCÍCIO FÍSICO CONTROLADO E AUTOCONTROLADO SOBRE O CONTROLE AUTONÔMICO CARDÍACO E CAPACIDADE FUNCIONAL EM INDIVÍDUOS COM DIABETES TIPO 2: ENSAIO CLÍNICO CONTROLADO RANDOMIZADOpt_BR
dc.typeWorking Paperpt_BR
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