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dc.contributor.advisorMartinelli, Bruno-
dc.contributor.authorSOUZA, LILIAN MARIA CANDIDO DE-
dc.date.accessioned2024-10-24T17:45:00Z-
dc.date.available2024-10-24T17:45:00Z-
dc.date.issued2009-
dc.identifier.urihttps://repositorio.unisagrado.edu.br/jspui/handle/handle/3232-
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade do Sagrado Coração - Bauru - SP.pt_BR
dc.description.abstractA Atrofia Muscular Espinhal (AME) é uma doença neuromuscular de origem genética, com incidência de 1: 10.000 nascimentos e apresenta-se geralmente em três formas clínicas: tipo I, II e III. A principal manifestação da AME é a fraqueza muscular, que atinge também a musculatura respiratória e caracteriza-se pela incapacidade de gerar ou manter pressões respiratórias normais e episódios frequentes de infecções respiratórias, pelo acúmulo de secreção, podendo levar a um quadro de insuficiência respiratória. Sendo assim, o tratamento fisioterapêutico respiratório deve ser iniciado precocemente, a fim de limitar o comprometimento respiratório. O objetivo desse estudo foi descrever a efetividade do tratamento fisioterapêutico respiratório através do estudo de caso de um indivíduo portador de AME tipo II, dependente de ventilação não-invasiva. Trata-se de um estudo descritivo, cujo sujeito foi um indivíduo do sexo masculino, com oito anos de idade. Foi realizada uma avaliação do sistema respiratório, incluindo exame espirométrico, e avaliação musculoesquelética através de testes ortopédicos, no início e término do tratamento. O atendimento foi realizado três vezes por semana no domicílio do paciente, com duração de uma hora, por um período de quatro meses. A conduta traçada incluía técnicas de higienização brônquica e reexpansão pulmonar, além de mobilizações e alongamentos. A comparação dos parâmetros avaliados no pré e pós-tratamento evidenciou melhora clínica do paciente: aumento da CVF em 48,73%, VEF1 e índice de Tiffeneau tiveram aumento de 64,32% e 43,24% respectivamente, e FEF25-75 aumentou 78,07%. A FR média pré-terapia foi de 23,24 rpm e pós-terapia 22,77 rpm e frequência de pulso 114,24 bpm pré e 104,66 bpm pós-terapia. Em relação aos testes ortopédicos e amplitude de movimento, o ângulo poplíteo apresentou redução de 12° no membro inferi or direito e 26° no esquerdo, redução de 10° da contratura dos flexores de quadri l esquerdo e aumento de 4° e 16° nos movimentos de dorsiflexão e flexão plantar do pé direito. O estudo permitiu concluir que o tratamento fisioterapêutico respiratório tem extrema importância na limitação do comprometimento respiratório, promovendo benefícios clínicos, sendo efetivo na AME.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherCentro Universitário Sagrado Coração - UNISAGRADOpt_BR
dc.subjectatrofia muscular espinhalpt_BR
dc.subjectDoenças neuromuscularespt_BR
dc.subjectFisioterapia respiratóriapt_BR
dc.titleA EFETIVIDADE DO TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO RESPIRATÓRIO NA ATROFIA MUSCULAR ESPINHALpt_BR
dc.typeWorking Paperpt_BR
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